Postado por Fabio Chiorino em 29 de setembro de 2011
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O LinkedIn, rede social de negócios com mais de 120 milhões de usuários, divulgou nessa semana uma pesquisa curiosa: o que mais incomoda um profissional no local de trabalho? E o resultado aponta uma série de questões muito mais comportamentais do que técnicas ou de infraestrutura.
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Postado por Cristina Toletti em 22 de setembro de 2011
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por Cristina Toletti *
Hoje, a última parte dessa história conturbada de marcas e redes sociais. Mais duas lições do professor de Estratégia de Marketing Digital da Universidade de Columbia, David Rogers. Atendimento ao cliente e testes antes de se aventurar no sedutor e perigosos mundo das novas mídias. Boa leitura e até a próxima!

6. Invista num departamento de atendimento ao cliente
Na era das mídias sociais, prestar um bom atendimento ao cliente é muitas vezes o melhor RP que o dinheiro pode comprar. O pior fiasco de mídia social resultou de clientes contando histórias dos serviços terríveis que vivenciaram com algumas empresas, como o vídeo “Sleeping Comcast Technician” no YouTube ou mesmo o vídeo musical de Dave Carroll “United [Airlines] Breaks Guitars” .

Em tempos difíceis, as empresas costumam fazer cortes no serviço de atendimento ao cliente. Mas, elas devem perceber que investir num bom serviço de atendimento ao cliente é um defesa direta contra os piores riscos para a marca.
7. Teste o lançamento de uma grande mudança em sua comunicação
Uma série de protestos nas redes sociais não tem surgido por causa do marketing digital, mas por causa de alterações no marketing tradicional. A troca de logotipo das rede de lojas Gap irritou os consumidores e a empresa precisou voltar atrás, o mesmo ocorreu quando a marca de sucos Tropicana tentou mudar sua embalagem.
As empresas devem considerar o pré-teste para grandes alterações em sua identidade de marca, a fim de avaliar a resposta do cliente, ou, então, lançar as mudanças com o entendimento de que podem precisar voltar atrás se as reclamações dos clientes entrarem numa espiral fora de controle.
Integração
O medo de errar não deve assustar as empresas que ainda relutam em entrar nas mídias sociais. Assim como os exemplos de Gap e Tropicana, são muitos os casos de protestos nas redes sociais desencadeados a partir de ações idealizadas por empresas no ambiente offline. O que deixa evidente a necessidade e a importância de as empresas pensarem de maneira mais integrada as estratégias de marketing online e offline e, claro, de encarar possíveis tropeços como um degrau para o êxito.
* Cristina Toletti é Sócio-Diretora da XPress Comunicação