Postado por Cristina Toletti em 22 de setembro de 2011
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por Cristina Toletti *
Hoje, a última parte dessa história conturbada de marcas e redes sociais. Mais duas lições do professor de Estratégia de Marketing Digital da Universidade de Columbia, David Rogers. Atendimento ao cliente e testes antes de se aventurar no sedutor e perigosos mundo das novas mÃdias. Boa leitura e até a próxima!

6. Invista num departamento de atendimento ao cliente
Na era das mÃdias sociais, prestar um bom atendimento ao cliente é muitas vezes o melhor RP que o dinheiro pode comprar. O pior fiasco de mÃdia social resultou de clientes contando histórias dos serviços terrÃveis que vivenciaram com algumas empresas, como o vÃdeo “Sleeping Comcast Technician” no YouTube ou mesmo o vÃdeo musical de Dave Carroll “United [Airlines] Breaks Guitars” .

Em tempos difÃceis, as empresas costumam fazer cortes no serviço de atendimento ao cliente. Mas, elas devem perceber que investir num bom serviço de atendimento ao cliente é um defesa direta contra os piores riscos para a marca.
7. Teste o lançamento de uma grande mudança em sua comunicação
Uma série de protestos nas redes sociais não tem surgido por causa do marketing  digital,  mas  por  causa de alterações no marketing  tradicional. A troca de logotipo das rede de lojas Gap irritou os consumidores e a empresa precisou voltar atrás, o mesmo ocorreu quando a marca de sucos Tropicana tentou mudar sua embalagem.
As empresas devem considerar o pré-teste para grandes alterações em sua identidade de marca, a fim de avaliar a resposta do cliente, ou, então, lançar as mudanças com o entendimento de que podem precisar voltar atrás se as reclamações dos clientes entrarem numa espiral fora de controle.
IntegraçãoÂ
O medo de errar não deve assustar as empresas que ainda relutam em entrar nas mÃdias sociais. Assim como os exemplos de Gap e Tropicana, são muitos os casos de protestos nas redes sociais desencadeados a partir de ações idealizadas por empresas no ambiente offline. O que deixa evidente a necessidade e a importância de as empresas pensarem de maneira mais integrada as estratégias de marketing online e offline e, claro, de encarar possÃveis tropeços como um degrau para o êxito.
* Cristina Toletti é Sócio-Diretora da XPress Comunicação
Postado por Cristina Toletti em 21 de setembro de 2011
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por Cristina Toletti *
Hoje, o blog da XComunicação traz mais 3 lições do professor de Estratégia de Marketing Digital da Universidade de Columbia, David Rogers, para uma marca administrar o risco de se envolver em algum #fail nas mÃdias sociais. Vamos a elas:
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Postado por Cristina Toletti em 20 de setembro de 2011
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por Cristina Toletti *
Se o fracasso tem uma qualidade, é a de nos indicar os erros que não devemos repetir. E, convenhamos, aprender com o fracasso dos outros é menos dolorido. Nas mÃdias sociais, universo que vem sendo desbravado por pessoas fÃsicas e jurÃdicas, o número de tropeços aumenta a cada dia. Todo o mundo tem em seu repertório a história de um consumidor que conseguiu viralizar a sua insatisfação e sabe como a negligência ou a lentidão em responder a esse chamado custou caro para a empresa xyz.Â
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Postado por Fabio Chiorino em 13 de setembro de 2011
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por Fabio Chiorino *
Primeiro o Ibope desmentiu informação da revista IstoÉ Dinheiro, mas logo veio a confirmação: o Facebook ultrapassou o Orkut em número de usuários ativos no Brasil – já são 30,9 milhões, enquanto o concorrente registra 29 milhões de perfis. Correndo por fora, o Twitter tinha, até o final de agosto, 14,2 milhões de usuários únicos.
Muito cedo e precipitado ainda pra dizer se é o começo do fim do Orkut. Até porque a discussão precisa ir além dos números. O Myspace já foi o futuro da música, por exemplo. Hoje, a nova geração de internautas praticamente o ignora. Se existe um fenômeno que seduz uma rede social para a obsolescência, ao mesmo tempo há antÃdotos que prolongam a vida de uma nova mÃdia.
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