Rede Social: ganhar ou perder?
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* Por Jessica Marins
As redes sociais estão com tudo e isso não é segredo para ninguém. Empresas e corporações participam cada vez mais do Facebook, Twiter, Youtube, deixando de ser intangÃveis para interagirem com os consumidores como jamais fizeram antes. Mas será que todas as empresas conseguem este feito?
O número de perfis nas redes sociais vem crescendo muito e, por isso, muitas empresas criaram suas páginas. Muitas delas foram até onde o consumidor está, estabeleceram contato com ele e… só. A maior dificuldade ainda é administrar essa nova ferramenta e conseguir dialogar com os públicos de interesse.
Para obter êxito e atingir o objetivo de aumentar a popularidade, manter mais forte o relacionamento com o consumidor e aumentar sua margem de lucros, as empresas têm que monitorar as páginas criadas, controlar os números de acessos, direcionar as postagens ao público-alvo e muito mais. Além disso, elas têm a missão de cativar novos olhares e ter um cuidado especial com a identidade, imagem e reputação, para que não provoque o efeito contrário ao desejado.
O consumidor de hoje é exigente, não deixa passar quase nenhum erro. Ele critica, cobra e sabe os seus direitos. Se a sua expectativa não é atendida, ele se fará ouvir, nem que seja xingando muito no Twitter. É neste momento que uma empresa conectada nas redes sociais pode dialogar e estabelecer um relacionamento com o cliente e transformar o que era uma reclamação em um laço de confiança e lealdade.
Logo, não podemos deixar de observar que a internet mudou o relacionamento cliente/empresa. As organizações hoje são obrigadas a serem transparentes, ágeis, e a terem uma linguagem mais social. Desta maneira, passam a se preocupar mais com o consumidor e as redes sociais viram, de certa maneira, o novo SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente).

Devido ao fato de uma pessoa ganhar voz nas redes sociais e atingir diretamente as empresas, muitas delas se perdem no meio virtual e acabam por cometer erros gravÃssimos, deixando o consumidor descontente e sem uma resposta.  O alcance das novas mÃdias é algo novo, rápido e diferente. A internet mudou alguns padrões e linguagens pré-estabelecidos e as empresas devem acompanhar, de forma sábia, essa nova era, em que a informação e sua troca acontecem de maneira ágil.
Contratar um profissional de mÃdias sociais é o mais indicado tanto para quem está chegando agora, como para quem já está estabilizado nas redes sociais. Este poderá, de forma qualificada e precisa, atender as demandas, apresentar relatórios, analisar o que está sendo dito de positivo ou negativo, monitorar o alcance destas mensagens, além de se relacionar com os consumidores na hora de responder as dúvidas e reclamações, tornando a empresa mais social e interativa de forma estratégica. Porém, antes de contratar este serviço, é necessário que o discurso da empresa esteja alinhado com o que será tratado nas mÃdias sociais.

Além disso, é necessário que as empresas se adaptem a essa nova ferramenta para que possam utilizá-la como um SAC 2.0. e responder rapidamente ao consumidor conectado, que sabe da força viral que pode atingir e, por isso, é muito mais exigente que o cliente tradicional.
As organizações que já aderiram à s mÃdias sócias e fazem parte dela só têm a ganhar com esse novo universo. Já as que preferem manter o padrão da linguagem coorporativa, sem se importar com as mÃdias sociais, interação e todas as novas oportunidades, tendem a ficar ultrapassadas, velhas, cegas e surdas em sua relação com o consumidor. Um prejuÃzo enorme, que poderá afetar a receita da empresa e a sua credibilidade com o mercado.
* Jessica Marins é estudante de jornalismo e estagiária do núcleo XDigital da XComunicação.