Postado por Sonia Maia em 26 de fevereiro de 2010
A primeira vez que escrevi sobre o tema economia criativa queria incluir uma história muito bonita contada por Domenico de Masi, sociólogo italiano defensor de uma nova sociologia do trabalho, baseada na criatividade. O trecho foi tirado do Programa Roda Viva de dezembro de 1998, da TV Cultura, quando a participação de De Masi bateu recorde de audiência. “É a história do grupo Cavendish, de Cambridge, que descobriu a estrutura do DNA. Esse grupo competia com outro, de Londres, que fazia testes que exigiam dias de trabalho. Mas a equipe de Cambridge, dos jovens Crick e Watson, resolveram agir de outra forma. Desenharam todas as possíveis estruturas do DNA. Eram dezenas e dezenas. E depois iniciariam os testes. Antes, porém, decidiram escolher por qual começariam. E escolheram a mais bonita. E aquela era a certa. Franklin, do grupo rival de Londres, chegou a comentar ao vê-la: “É bonita demais para não ser verdadeira”. Leia Mais
Postado por Sonia Maia em 23 de fevereiro de 2010

A idéia desta postagem veio de um amigo no Facebook, que sugeria um artigo de Nicholas D. Kristof, publicado no The New York Times. Entitulado “nossos prazeres básicos: comer, sexo e caridade”, o texto comentava sobre o livro A Hipótese da Felicidade (The Happiness Hypothesis), de Jonathan Haidt, professor de psicologia da Universidade de Virginia, e que Nicholas diz ser fascinante. Resumindo, Haidt comprova que pessoas de poucas posses, com problemas inclusive de doença crônica, mas que doam parte de seu tempo trabalhando para o bem comum, à religião ou espiritualidade, amigos ou família, são mais felizes que, por exemplo, um presidente de uma grande corporação vivendo sob forte stress, mesmo que passe férias luxuosas em um paraíso tropical. Leia Mais