terça@17:00: os 5 pecados capitais do follow up

Postado por Fabio Chiorino em 02 de março de 2010
 

relogio

1. Jamais ligue no horário de fechamento do jornalista

2. Não trate o jornalista com informalidade excessiva. Não se esqueça que é uma relação de trabalho

3. Sempre conheça bem o veículo e a editoria com a qual você pretende divulgar uma informação

4. Domine o assunto a ser divulgado. Não corra o risco de ser perguntado sobre algo e dizer: “Acho que sim, mas preciso checar a informação”

5. Esteja sempre pronto a indicar um porta-voz, caso a pauta desperte interesse no jornalista. De nada vale divulgar algo, mas dizer que o press release é a única fonte de informação

Chile: “tragédia não é reality show”

Postado por Sonia Maia em 01 de março de 2010
 

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Todos os meios de comunicação no Brasil e no mundo dedicaram suas primeiras páginas de ontem para a catástrofe que assolou o Chile na madrugada de sábado, o 5º maior terremoto da história no mundo, atingindo 80% do território chileno, 8.8 graus na escala Richter e que respondia por 708 mortos até aquele momento. Foram danificadas 1,5 milhão de residências e um prejuízo pré-calculado entre 15 e 30 bilhões de dólares. Segundo a Associated Press ontem pela manhã, o abalo tinha provocado 90 tremores subsequentes naquelas 24 horas, sentidos também no Brasil. Ontem o Chile sofreu um novo abalo de 6,1 graus. Leia Mais

O futuro é criativo

Postado por Sonia Maia em 26 de fevereiro de 2010
 

INOVACAOA primeira vez que escrevi sobre o tema economia criativa queria incluir uma história muito bonita contada por Domenico de Masi, sociólogo italiano defensor de uma nova sociologia do trabalho, baseada na criatividade. O trecho foi tirado do Programa Roda Viva de dezembro de 1998, da TV Cultura, quando a participação de De Masi bateu recorde de audiência. “É a história do grupo Cavendish, de Cambridge, que descobriu a estrutura do DNA. Esse grupo competia com outro, de Londres, que fazia testes que exigiam dias de trabalho. Mas a equipe de Cambridge, dos jovens Crick e Watson, resolveram agir de outra forma. Desenharam todas as possíveis estruturas do DNA. Eram dezenas e dezenas. E depois iniciariam os testes. Antes, porém, decidiram escolher por qual começariam. E escolheram a mais bonita. E aquela era a certa. Franklin, do grupo rival de Londres, chegou a comentar ao vê-la: “É bonita demais para não ser verdadeira”. Leia Mais

Filantropia: tão bom quanto saborear um bom prato e fazer sexo

Postado por Sonia Maia em 23 de fevereiro de 2010
 

filantropia

A idéia desta postagem veio de um amigo no Facebook, que sugeria um artigo de Nicholas D. Kristof, publicado no The New York Times. Entitulado “nossos prazeres básicos: comer, sexo e caridade”, o texto comentava sobre o livro A Hipótese da Felicidade (The Happiness Hypothesis), de Jonathan Haidt, professor de psicologia da Universidade de Virginia, e que Nicholas diz ser fascinante. Resumindo, Haidt comprova que pessoas de poucas posses, com problemas inclusive de doença crônica, mas que doam parte de seu tempo trabalhando para o bem comum, à religião ou espiritualidade, amigos ou família, são mais felizes que, por exemplo, um presidente de uma grande corporação vivendo sob forte stress, mesmo que passe férias luxuosas em um paraíso tropical. Leia Mais

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