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Uma pesquisa do Photobucket, website de armazenamento de imagens e vídeos online, confirmou uma tendência mundial: há um boom no compartilhamento de vídeos na web. Segundo o estudo, o total de vídeos transferidos para a internet tem crescido 3,5 vezes ano após ano, com destaque para o aumento de 27% na utilização de dispositivos móveis para capturar e compartilhar fotos e filmes em relação ao último levantamento da empresa, realizado em 2010.
A Photobucket apontou que 45% dos entrevistados utilizam dispositivos móveis para capturar vídeos ao menos uma vez por semana. Inclusive, 17% realizam a atividade ao menos uma vez por dia e, o mais impactante, 9% costumam compartilhar filmes mais que uma vez no dia.
Tom Munro, CEO da empresa, credita o crescimento à popularização dos smartphones e à praticidade de transferência de dados que essas plataformas possibilitam. “A melhora na qualidade das câmeras de celulares, a facilidade de compartilhamento e sua constante disponibilidade estão tornando esses dispositivos padrões na captura e transferência de informações”, analisa.
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por Guilhermo Benitez
Dizem que a arte imita a vida. Pessoalmente, prefiro a versão do saudoso Chico Science “computadores fazem arte/artistas fazem dinheiro/computadores avançam/artistas pegam carona” (Computadores fazem Arte). Na prática é exatamente isto que está acontecendo. A revolução de interatividade gerada pelas mídias sociais e pelos novos dispositivos como tablets e smartphones já está mudando a forma como nos relacionamos com a criação artística. Pelo menos a arte pop (o que para muitos é uma contradição em termos, mas esta é outra discussão).
Nas últimas semanas o mundo viu surgirem pelo menos duas mostras deste novo presente. A cantora islandesa ²Björk decidiu subverter a música lançando seu novo trabalho “Biophilia” numa versão para o iPad. Além do óbvio (unir sons a imagens, jogos, informações adicionais, etc.), o brinquedinho permite que o usuário altere o andamento de pelo menos uma das canções, “Cristalline”, interagindo com a obra.
O mesmo conceito de participação está no cerne da vida depois da morte da saga de Harry Poter. Depois de encerrar a série de livros mais bem sucedida dos últimos tempos, a escritora inglesa J.K.Rowling criou um site, www.pottermore.com, em que os próprios fãs podem publicar novas histórias, mantendo a vida no mágico universo ficcional de Hogwarts.
Pessoalmente acredito que estas experiências apenas arranham o universo de possibilidades que temos aberto a nossa frente. Como de costume, são os artistas que avançam na frente, mas o campo está aberto a qualquer (sim, qualquer) um de nós, em todas as áreas (inclusive nossa velha e boa comunicação corporativa). O desafio é mudar a forma de pensar e enxergar um pouco além do óbvio. Mudar a sintonia. Para manter as citações no universo da cultura pop, “Tão Perto, Tão Longe”.
Guilhermo Benitez é diretor associado da XPress Comunicação e escreve no blog http://coffeebreak-br.blogspot.com
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por Raissa Coppola
Contamos há algumas semanas aqui no blog que estávamos participando do Prêmio Comunique-se 2011 na categoria Agência de Comunicação. Após uma segunda etapa com direito a nossa indicação entre as dez mais votadas, passamos por mais uma eleição e, no último dia 15, veio a confirmação: estamos entre as três finalistas!
Queremos agradecer todo mundo que votou na XComunicação nas duas primeiras etapas de votação e nos ajudou a chegar até aqui. Muito obrigado mesmo. E, se não for abusar muito, queremos pedir mais uma vez a sua colaboração para trazer esse título inédito para a casa.
Você, caro leitor, deve estar se perguntando nesse momento: “Por que raios eles querem tanto esse prêmio?”. Veja bem, nós poderíamos responder que somos a agência mais bacana do mercado, a mais descolada, a mais bem preparada, a mais legal, a mais… ok, chega. Enfim, esse seria o nosso ponto de vista. Não é justo, não?
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por Fabio Chiorino
Qual o melhor momento de introduzir o seu filho ao universo dos smartphones e tablets? O canal educativo norte-americano PBS (http://www.pbs.org) levantou esse tema na última semana, expondo a complexa discussão sobre a relação entre crianças e novas mídias.
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por Raissa Coppola
Quem nunca errou a mão no dress code do trabalho que atire a primeira peça de roupa! Vez ou outra a gente se pergunta se aquela camisa está boa para ser usada naquela reunião importante com a diretoria, se o xadrez não te deixa com cara de adolescente que saiu da escola, se a saia não estava curta demais…
Pensando nisso, o XIdeias, comitê de eventos da @XComunicação, convidou a consultora de moda Daniela Romani para uma palestra sobre imagem pessoal e profissional aqui na agência. Decidimos dividir com vocês no blog os principais tópicos da conversa devido à real importância desse tema. E qual é ela? Dani é categórica: “Uma imagem adequada gera segurança e autoconfiança no trabalho”. Vamos conferir as principais dicas?
- Homens
Não usem tênis surrados, camisas mal passadas, sapatos desgastados… tudo isso transparece um ar de desleixo que não é bacana no ambiente corporativo. “Se a empresa tiver um perfil mais formal, aposte em ternos bem cortados. Se não é o caso, use calças jeans de lavagem escura e camisas”, diz Daniela T-shirts? Bem… melhor guardar para o passeio do fim de semana!
- Mulheres
Vestidos e saias são elegantes, mas preste atenção no comprimento das peças. Três dedos acima do joelho é o ideal. Menos que isso, não. Tenha sempre a mão vestidos florais, camisas brancas, calças sociais simples, que podem ser usadas com sapatilhas e saltos. Ah, sobre saltos: nada de usar saltos muito altos. “Eles não foram feitos para o trabalho e podem ser desconfortáveis”, afirma a consultora.
- Informação demais
Dani acredita que os principais erros na hora de pensar no visual para trabalhar são os excessos: batons chamativos, esmaltes com cores vibrantes e maquiagens muito pesadas. “Deixe tudo isto para os momentos de lazer”, aconselha. Faz sentido, não?
Apesar dos conselhos acima, a consultora acredita que é bacana ter uma boa apresentação, mas sem deixar seu estilo para trás. “Vale a pena imprimir a sua marca. O importante é ter bom senso e autocrítica”, afirma. Nós concordamos com a Dani, e vocês?
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por Rodrigo Dionisio *
No próximo dia 16, o Teatro Oficina comemora 50 anos da abertura de suas portas no Bixiga, em São Paulo. A primeira vez que pisei por lá foi na festa de 50 anos de fundação do grupo. Há época registrei minhas impressões no saudoso Haja Saco, editado pelo @FChiorino (éramos felizes e não sabíamos, Fabinho?). Ainda dá para ler aqui.

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